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• 1.2. As dúvidas comuns sobre como usar camisinha
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• 1.4. Camisinha: saiba como e quando foi inventada
• 1.5. Tipos de camisinhas que existem à venda
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• 2.1. Dez dicas para você se tornar um namorado melhor - ou quase perfeito
• 2.2. Dez Mandamentos do Casal
• 2.3. Gay vivo não dorme com o inimigo
• 2.4. Como sair do armário em 10 passos
• 2.5. Um pouco de higiene antes do sexo anal nunca é demais. Só não abuse!
• 3.1. Hipertensão: um mal que pode ser evitado
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• 3.4. Direitos de quem tem doenças
• 3.5. PACTO PELA SAÚDE 2006
• 4.1. Tratamento na gestação pode reduzir quase a zero risco de transmissão de aids
• 4.2. LISTA DE CASAS DE APOIO PARA PESSOAS COM HIV/AIDS DO ESTADO DE SÃO PAULO.
• 4.3. LISTA DE CASAS DE APOIO PARA PESSOAS COM HIV/AIDS DO ESTADO DE SÃO PAULO (Contin.):
• 4.4. Direitos das pessoas vivendo com HIV e aids
• 5.1. O atendimento da violência contra a mulher: um compromisso de saúde pública
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• 5.3. Prevenção feminina
• 6.0. PROJETO: Projeto Diversidade Sexual e Igualdade de Gênero nas Escolas
  • 1.1. Sexualidade
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• 1.4. Juventude subestimada
• 1.5. SEMINÁRIO DE SEXUALIDADE NAS ESCOLAS DE GUARUJÁ - Aprendendo e Respeitando a Diversidade Sexual
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• 2.1. Os 78 direitos negados aos LGBT
• 2.2. IGREJA E HOMOSSEXUALIDADE NO BRASIL: 1ª Parte
• 2.3. IGREJA E HOMOSSEXUALIDADE NO BRASIL: 2ª Parte
• 2.5 . A relação entre pais e filhos homossexuais
• 2.6. Dez motivos para você participar das Paradas LGBT
• 2.7. Ativos, Passivos e a ideologia heterossexual
• 2.8. Generos e Percepções
• 2.9. A história do Miss Brasil Gay
• 2.9.1. Um breve histórico da homossexualidade
• 3.1. AIDS
• 3.2. Veja as campanhas de incentivo ao uso do Preservativo
• 3.3. Drogas, Aids e prevenção
• 3.4. Sífilis e Aids: semelhanças e diferenças
• 3.5. Avaliação da Primeira Enquete sobre Camisinha do site - CECON
• 3.6. Segunda Enquete CECON - Sexualidade e Diversidade Sexual nas Escolas.
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• 4.1. Hepatite
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• 5.1. A DOLOROSA E TRANSGRESSORA VIVÊNCIA DAS TRAVESTIS
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• 6.2. Amar é (versão Gay)
• 6.3. COMO E ONDE TIRAR DOCUMENTOS PESSOAIS.
• 7.1. A necessidade de regulamentação das uniões estáveis homossexuais
• 7.2. As famílias que habitam a família
• 7.3. AS UNIÕES HOMOSSEXUAIS E OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS
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2.9. A história do Miss Brasil Gay

A história do Miss Brasil Gay começa em 1977, de uma brincadeira, parodiando o concurso Miss Brasil para mulheres. Segundo Chiquinho Mota, na época, a Escola de Samba Juventude Imperial passava por uma crise e, para ajudar a agremiação, ele resolveu fazer uma festa. O evento tornou-se oficial e passou a acontecer todos os anos, sempre em agosto.

Nas três primeiras edições, o concurso tinha uma conotação carnavalesca misturada ao transformismo. As pessoas não torciam para a representante de um determinado estado, até porque as concorrentes eram todas de Juiz de Fora. Torciam para o destaque da sua escola de samba, fosse Juventude Imperial, Real Grandeza ou outra. A partir da década de 80, foram criadas regras para o concurso. Travestis ou pessoas siliconizadas, por exemplo, não podem se inscrever.

O organizador do concurso, Chiquinho Mota, conta que o transformismo surgiu no país a partir do Miss Gay. “O transformista veste-se de bom gosto. Ele busca a estrela que tem dentro de si e se transforma nela em ocasiões especiais. Mitos como Marilyn Monroe só existem porque o mundo gay os cultua”, completa Chiquinho, que tem na personagem Mademoselle Debrette de Leblanc, “a sua estrela”. Leblanc é uma paródia de Maria Augusta Nielsen Socila, mais conhecida como Socila, que coordenava, na década de 70, os cursos mais badalados de etiquetas sociais do país.

Presenças de destaque nacional já estiveram em Juiz de Fora para o evento, como a ex-primeira dama do país, Iolanda Costa e Silva, os atores Gerson Brener e Stephan Necersian, as modelos Luiza Brunet, Ísis de Oliveira e Piná, o estilista Geraldo Sobreira, a atriz Elke Maravilha, a empresária Vera Loyola, entre outros.

A partir do prestígio do Miss Gay, começaram a acontecer concursos estaduais. Hoje as candidatas se inscrevem depois de terem vencido o concurso de seu estado. Para 1999, por exemplo, a Miss Rondônia já enviou pedido de inscrição, que é feita gratuitamente. De acordo com Chiquinho, não há como cobrar taxas extras, já que as misses já arcam com grandes despesas, como passagens, roupas e maquiagens.

Clique na imagem ou no nome para ver as fotos
ampliadas das misses em trajes de gala -

1977: Soraia Jordão (Ceará)
1978: Maria Fernanda (Espírito Santo)
1979: Baby Mancini (Santa Catarina)
1980: Paula Blue Man Chenquel (Espírito Santo)
1981: Nenete de Windsor (Bahia)
1982: Kika Piancassela (Distrito Federal)
1983: Kely Janssen (Amazonas)
1984: Marina (Acre)
1985: Gabi (Espírito Santo)
1986: Kazuê (São Paulo)
1987: Sumara Gunar (Espírito Santo)
1988: Bárbara (Goiás)
1989: Erika Egito (Bahia)
1990: Marília Lutia (Ceará)
1991: Vânia Bambirra (Minas Gerais)
1992: Carla Faial (Ceará)
1993: Luíza Ferret (Rio de Janeiro)
1994: Yoko (Tocantins)
1995: Débora Duchese (Rio de Janeiro)

Veja também a home-page do concurso
de 1995 clicando aqui.

1996: Larissa Divineli (Maranhão)
1997: Andressa Piovani (Rio de Janeiro)
1998: Luise Balmain (Espírito Santo)

Veja também a cobertura completa
do concurso de 1998
clicando aqui.
1999: Carolina Shelida (Alagoas)

Veja também a cobertura completa
do concurso de 1999
clicando aqui
2000: Michele X (São Paulo)

Veja também a cobertura completa
do concurso de 2000
clicando aqui
2001: Alessandra Vargas (Goiás)

Veja cobertura completa
do concurso de 2001
clicando aqui
2002: Taíssa Nogueira (Tocantins)

Veja cobertura completa
do concurso de 2002
clicando aqui
2003: Mylena Schieffer (São Paulo)

Veja cobertura completa
do concurso de 2003
clicando aqui
2004: Renata Finsk (Pernambuco)

Em 2004 o Concurso foi realizado,
pela primeira, vez no Rio de Janeiro
2005: Mirella Aciolly (Rio de Janeiro)

Veja cobertura completa
do concurso de 2005
clicando aqui

 

http://www.acessa.com/zonapink/historia.apl

 
Publicado em 19/09/2008 20:16:02
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O que você faria se estivesse diante de uma gravidez não planejada ?
Casaria e teria o (a) filho (a).
Não casaria, mas dividiria a responsabilidade pelo (a) filho (a).
Desapareceria da vida dela (dele) mesmo ela (ele) tendo o filho ou não.
Pediria que ela abortasse, mesmo sabendo ser ilegal no Brasil.
 
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