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• 1.2. As dúvidas comuns sobre como usar camisinha
• 1.3. Conheça mais algumas vantagens do uso da camisinha
• 1.4. Camisinha: saiba como e quando foi inventada
• 1.5. Tipos de camisinhas que existem à venda
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• 2.2. Dez Mandamentos do Casal
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• 2.4. Como sair do armário em 10 passos
• 2.5. Um pouco de higiene antes do sexo anal nunca é demais. Só não abuse!
• 3.1. Hipertensão: um mal que pode ser evitado
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• 3.4. Direitos de quem tem doenças
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• 4.2. LISTA DE CASAS DE APOIO PARA PESSOAS COM HIV/AIDS DO ESTADO DE SÃO PAULO.
• 4.3. LISTA DE CASAS DE APOIO PARA PESSOAS COM HIV/AIDS DO ESTADO DE SÃO PAULO (Contin.):
• 4.4. Direitos das pessoas vivendo com HIV e aids
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• 5.3. Prevenção feminina
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  • 1.1. Sexualidade
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• 1.4. Juventude subestimada
• 1.5. SEMINÁRIO DE SEXUALIDADE NAS ESCOLAS DE GUARUJÁ - Aprendendo e Respeitando a Diversidade Sexual
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• 2.1. Os 78 direitos negados aos LGBT
• 2.2. IGREJA E HOMOSSEXUALIDADE NO BRASIL: 1ª Parte
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• 3.4. Sífilis e Aids: semelhanças e diferenças
• 3.5. Avaliação da Primeira Enquete sobre Camisinha do site - CECON
• 3.6. Segunda Enquete CECON - Sexualidade e Diversidade Sexual nas Escolas.
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3.6. Segunda Enquete CECON - Sexualidade e Diversidade Sexual nas Escolas.

O CENTRO DE CONVIVÊNCIA JOANA D’ARC realizou sua segunda enquete, em seu site, abordando o seguinte tema: As escolas devem investir em atividades sobre Sexualidade e Diversidade Sexual ?.

No total, 34 pessoas participaram desta nova enquete. Os assuntos relacionados à temática variaram desde a quebra de preconceito até sobre o papel das escolas e de como esta questão influenciará o aluno.

Apesar dos resultados demonstrarem que o tema começa a ser encarado como uma questão de fortalecimento dos conhecimentos individuais, da aceitação da diversidade e dos direitos sexuais, ainda existe resistência ao tema, assim como diversas distorções entre orientação, opção e desejo.

            Veja a análise dos resultados:

 

a)      03 % acreditam que este assunto não deveria ser tratado na escola, pois não é de sua responsabilidade. Engano. Cumpre lembrar que o papel da escola não é somente repassar conteúdos, mas de educar para a vida. Neste caso, todo assunto que envolva a percepção do indivíduo, assim como se relacionar consigo mesmo e com a sociedade, cabe nos conteúdos escolares;

b)      12 % acreditam que este assunto não deve ser tratado nas escolas, pois as crianças e adolescentes podem ser influenciadas na sua opção sexual. Preconceito. Em primeiro lugar, a palavra “opção” sugere escolha. Ninguém escolhe a sua sexualidade, mas “sente” que seu desejo tem um destinatário. E, neste caso, não há como impedir. Outra questão é aquela antiga máxima de que “diga com quem andas, que digo quem és”. Ninguém é influenciado a ser bissexual porque o (a) amigo (a) gosta de se relacionar com os dois sexos. Mesmo que “experimente”, o seu desejo falará mais alto. Portanto, caso a informação acima ocorresse de fato, todas as pessoas que recebem carinho, respeito e consideração de seus pais seriam seres perfeitos. E a vida demonstra que toda regra tem sua exceção ...

c)       12 % informa que depende da demonstração desta necessidade por parte dos alunos. Caso contrário, deveria ser respeitado o tempo de aprendizado natural do indivíduo. Falsa Democracia. Percebemos que existe a necessidade de se falar sobre sexualidade junto aos alunos, devido ao alto índice de gravidez precoce e de rejeição às diferenças sexuais. Muitos (as) alunos (as) abandonam os estudos devido ao grande preconceito sofrido no ambiente educacional, devido à gestação ou por ser “diferente” sexualmente, seja por parte dos alunos ou pelos profissionais da educação, que não tem estrutura, nem formação para lidar com o assunto.

d)      15 % responderam que sim, desde que sejam utilizadas palavras ou temas que não fujam da moral social vigente. Em termos. O que significa “moral social vigente” ? Em tempos de internet e acesso ilimitado a diversas informações, os padrões morais mudam de forma vertiginosa. O que era moralmente inaceitável há décadas atrás é tratado como “assunto ultrapassado” hoje. A forma de linguagem mudou, a percepção de vida também. Também não devemos relacionar a “moral” com “dogma religioso”. Portanto as informações, desde que não sejam distorcidas ou que causem danos, devem ser socializadas e as questões sexuais fazem parte deste “pacote”;

e)      59 % responderam que a escola deveria discutir sobre o assunto, pois quebraria o preconceito e reforçaria a idéia de que todas as pessoas são iguais, com desejos sexuais diferentes. Parabéns ! O Ministério da Educação, após 78 anos de existência, começou a perceber a dificuldade do corpo docente em lidar com a questão da sexualidade e diversidade sexual e, a partir desta década, incluiu esta discussão nos conteúdos e/ou currículos transversais e, em 2005, abriu uma concorrência pública para contratar ONG ou OG que desenvolvam projetos voltados a formação de profissionais da educação para discutir a diversidade sexual. Belo passo ...

 

Por fim, devemos lembrar que vivemos em uma sociedade ”heteronormativa” ou seja, que todas as regras e normas são direcionados as pessoas heterossexuais, desconsiderando que existem várias orientações  e desejos sexuais. Todas as pessoas são iguais. Porém, as suas necessidades, os seus sonhos e seus desejos são diferentes. Por isso, somos seres “unos”. Que bom !!!

 

 

 
Publicado em 27/01/2006 20:03:12
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O que você faria se estivesse diante de uma gravidez não planejada ?
Casaria e teria o (a) filho (a).
Não casaria, mas dividiria a responsabilidade pelo (a) filho (a).
Desapareceria da vida dela (dele) mesmo ela (ele) tendo o filho ou não.
Pediria que ela abortasse, mesmo sabendo ser ilegal no Brasil.
 
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