• Nossa Missão
• Nossa História
• Nossas Ações
• Parceiros CECON
• Produtos e Serviços

  • Expresso 3G
  • Direitos de Qualquer Pessoa
• Entenda o que está por trás da dor de amor
• Só é possível ser você mesmo com risco, liberdade e ousadia
 

• Quero Ajudar

 

• Seja um Contribuinte
• Doações e Contribuições

  • Atendimento Psicológico - Crianças, Jovens e Adultos
• Biblioteca Viva, Biblioteca Vida
• Café da Manhã PositHIVo
• Cidadania e Prevenção LGBT
• CINECIDADANIA
• Ciranda da Vida - Grupo de Mulheres
• Cursos e Treinamentos em AIDS, DST, Direitos Humanos e Cidadania
• Disque Cidadania Joana d'Arc
• Diversidade Sexual e Igualdade de Gênero nas Escolas
• Eu, Você e Nós - Uma Construção Juvenil (Adolescentes e Jovens)
• Grupo Gay do Guarujá - 3 G
• Manutenção da ONG
• Oficina nas Escolas sobre Gravidez não Planejada na Adolescência
• Palestras, Oficinas, Dinâmicas e Vivências Terapêuticas
• Sexualidade nas Escolas - Aprendendo e Respeitando a Diversidade Sexual
• UNIR - Declaração de União Homoafetiva
  • 1.1. A Camisinha - Uso
• 1.2. As dúvidas comuns sobre como usar camisinha
• 1.3. Conheça mais algumas vantagens do uso da camisinha
• 1.4. Camisinha: saiba como e quando foi inventada
• 1.5. Tipos de camisinhas que existem à venda
• 1.6. Camisinha em 5 passos
• 2.1. Dez dicas para você se tornar um namorado melhor - ou quase perfeito
• 2.2. Dez Mandamentos do Casal
• 2.3. Gay vivo não dorme com o inimigo
• 2.4. Como sair do armário em 10 passos
• 2.5. Um pouco de higiene antes do sexo anal nunca é demais. Só não abuse!
• 3.1. Hipertensão: um mal que pode ser evitado
• 3.2. PRIAPISMO - Ereção prolongada involuntária
• 3.3. Quando é preciso procurar um psicólogo
• 3.4. Direitos de quem tem doenças
• 3.5. PACTO PELA SAÚDE 2006
• 4.1. Tratamento na gestação pode reduzir quase a zero risco de transmissão de aids
• 4.2. LISTA DE CASAS DE APOIO PARA PESSOAS COM HIV/AIDS DO ESTADO DE SÃO PAULO.
• 4.3. LISTA DE CASAS DE APOIO PARA PESSOAS COM HIV/AIDS DO ESTADO DE SÃO PAULO (Contin.):
• 4.4. Direitos das pessoas vivendo com HIV e aids
• 5.1. O atendimento da violência contra a mulher: um compromisso de saúde pública
• 5.2. Pesquisa sobre sexualidade de adolescentes
• 5.3. Prevenção feminina
• 6.0. PROJETO: Projeto Diversidade Sexual e Igualdade de Gênero nas Escolas
  • 1.1. Sexualidade
• 1.2. Causas e origens da Heterossexualidade
• 1.3. Belo artigo sobre transexualidade
• 1.4. Juventude subestimada
• 1.5. SEMINÁRIO DE SEXUALIDADE NAS ESCOLAS DE GUARUJÁ - Aprendendo e Respeitando a Diversidade Sexual
• 1.6. –Tio?! Tem camisinha?
• 2.1. Os 78 direitos negados aos LGBT
• 2.2. IGREJA E HOMOSSEXUALIDADE NO BRASIL: 1ª Parte
• 2.3. IGREJA E HOMOSSEXUALIDADE NO BRASIL: 2ª Parte
• 2.5 . A relação entre pais e filhos homossexuais
• 2.6. Dez motivos para você participar das Paradas LGBT
• 2.7. Ativos, Passivos e a ideologia heterossexual
• 2.8. Generos e Percepções
• 2.9. A história do Miss Brasil Gay
• 3.1. AIDS
• 3.2. Veja as campanhas de incentivo ao uso do Preservativo
• 3.3. Drogas, Aids e prevenção
• 3.4. Sífilis e Aids: semelhanças e diferenças
• 3.5. Avaliação da Primeira Enquete sobre Camisinha do site - CECON
• 3.6. Segunda Enquete CECON - Sexualidade e Diversidade Sexual nas Escolas.
• 3.7. Qual a origem do Dia Mundial de Luta Contra a Aids?
• 4.1. Hepatite
• 4.2. HEPATITE B
• 4.3. Hepatite tem cura
• 4.4. Hepatite é assintomática
• 5.1. A DOLOROSA E TRANSGRESSORA VIVÊNCIA DAS TRAVESTIS
• 6.1. Sites interessantes
• 6.2. Amar é (versão Gay)
• 6.3. COMO E ONDE TIRAR DOCUMENTOS PESSOAIS.
• 7.1. A necessidade de regulamentação das uniões estáveis homossexuais
• 7.2. As famílias que habitam a família
• 7.3. AS UNIÕES HOMOSSEXUAIS E OS PRINCÍPIOS CONSTITUCIONAIS
• 7.4. IDENTIDADE ENTRE UNIÃO ESTÁVEL HETEROSSEXUAL E UNIÃO HOMOSSEXUAL
• 8.1. Moral e ética
• 8.2. Discutindo o Divorcio - artigo de 1946
  • Cartila dos Direitos dos Usuários a Saúde:
• CREPOP lança documento de referência para em DST e AIDS
• FOTOGRAFIAS EVENTOS CECON 2010
• Projovem Urbano
 
 

Para colaborar com o "Centro de Convivência Joana D’Arc", através de depósito bancário, sob qualquer valor:

Banco do Brasil S/A
Agência: 0925-3
Conta Corrente: 15.768-6
Guarujá - SP

 
7.2. As famílias que habitam a família
TRECHO: "São recorrentes histórias de homens e mulheres biológicas que viveram relações heterossexuais duradouras, tiveram filhos, mas que, em determinado momento de suas vidas, os conflitos com o gênero tornaram- se insuportáveis, levandoos a darem início ao processo transexualizador (terapia hormonal, roupas do gênero identificado, cirurgias de transgenitalização e mudança do nome nos documentos)."

Sexta-feira, 28 de Abril de 2006, 00h01
As "famílias" que habitam a família
BERENICE BENTO

A família brasileira está mudando. Segundo o IBGE, o Brasil tem 30% de lares chefiadas por mulheres. Mas, o que significa, de fato, a
expressão "chefiadas"? O que esse dado revela é que as mulheres estão trabalhando mais.

Não se pode derivar daí que haja uma administração mais igualitária
das casas, tampouco que estejamos diante do "matriarcado".

Longe disso. No entanto, pode-se inferir que a maior participação das
mulheres no mercado de trabalho e o controle financeiro de suas casas pode abrir boas possibilidades para se pensar as mudanças que a noção de família vem sofrendo.

As transformações vão em múltiplas direções e ultrapassam os limites
da família heterossexual.

A idealização da família, com divisões binárias das tarefas a partir
das diferenças sexuais (ao homem, a rua, à mulher, o lar), a imagem do lar como espaço de conforto espiritual, do lócus interdito aos
conflitos e às disputas, são imagens idílicas que guardam pouca
conexão com a realidade e que tem como função restringir a noção de
família aos marcos da heterossexualidade.

Outra imagem recorrente é a que constrói a família como a
materialização da soberania da natureza: "um homem e uma mulher, dando continuidade à espécie, a complementaridade perfeita".

Ou seja, seria na heterossexualidade que essa instituição encontraria
sua coerência e unidade. Nesse início de século, é visível a
consolidação de movimentos sociais em torno da liberdade sexual.

O questionamento da heterossexualidade como única possibilidade dos sujeitos viverem suas sexualidades e a despatologização das
homossexualidades têm desdobramentos na concepção de família. Gays e lésbicas reivindicam o direito à parceira civil e de adotarem crianças.

Casos como o de Maria Eugênia, que conseguiu na Justiça a guarda do filho de sua ex-companheira, Cássia Eller, passam a constituir uma
base jurisprudencial cada dia mais sólida.

O que está em jogo é uma disputa sobre as concepções de família. É
interessante notar que essa disputa, de forma enviesada, termina por
reforçar a família como "um valor" e acaba empobrecendo outras
possibilidades de se construir relações afetivo-sexuais que não
estejam normatizadas pelo princípio da família (herança,
parentalidade, fidelidade).

Mas as disputas não se limitam ao campo das definições, têm
desdobramentos práticos. As "novas famílias" abarcam uma considerável pluralidade de arranjos afetivos.

Nos últimos anos, os cientistas sociais passaram a interessar-se mais por essas "novas famílias" e começaram a dar visilibilidade no mundo acadêmico a uma gama de definições, negociações, disputas em torno da "família".

No final do ano passado, cientistas sociais reuniram-se em
Florianópolis para discutir pesquisas que elegem essas novas
configurações como objeto de estudo.

Tivemos a oportunidade de conhecer histórias de vidas de homens e
mulheres que se definiram como heterossexuais, constituíram famílias e romperam com a heterossexualidade e passaram a viver relações
homossexuais.

Dilema próximo vivem os sujeitos que, após terem suas famílias
estruturadas, assumem a transexualidade. Para os/as transgêneros/as (transexuais e travestis), o conflito está no gênero e não fundamentalmente na sexualidade.

Querem ser reconhecidos socialmente como membros do gênero com o qual se identificam.

São recorrentes histórias de homens e mulheres biológicas que viveram relações heterossexuais duradouras, tiveram filhos, mas que, em determinado momento de suas vidas, os conflitos com o gênero tornaram-se insuportáveis, levandoos a darem início ao processo
transexualizador (terapia hormonal, roupas do gênero identificado,
cirurgias de transgenitalização e mudança do nome nos documentos).

Essa família, após o processo transexualizador de um dos seus membros, será uma família gay? E a criança que tem nos seus documentos o nome do pai ou mãe, passará a ter dois pais (caso em que a mãe é transexual) ou duas mães (neste caso, o pai seria transexual)?

Pesquisadores que estudam a "família", para além dos marcos
heterossexual, se deparam com questões inusitadas, ausentes em estudos tradicionais.

Trânsitos identitários, deslocamentos, conflitos e rupturas que podem
parecer confusos, existem em profusão nas relações sociais e começam a ser eleitos como temas por cientistas sociais e o primeiro resultado é a constatação de que o conceito de família é povoado por uma multiplicidade de famílias.

Pesquisadora do Departamento de Sociologia da UnB, doutora em
sociologia com a tese "A Reinvenção do Corpo: Sexualidade e Gênero na Experiência Transexual"
 
Publicado em 19/09/2008 19:51:27
Clique na DATA em destaque para conhecer a atividade do dia.
Setembro 2010
D
S
T
Q
Q
S
S
01
02
03
04
05
06
07
08
09
10
11
12
13
14
15
16
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
 
O que você faria se estivesse diante de uma gravidez não planejada ?
Casaria e teria o (a) filho (a).
Não casaria, mas dividiria a responsabilidade pelo (a) filho (a).
Desapareceria da vida dela (dele) mesmo ela (ele) tendo o filho ou não.
Pediria que ela abortasse, mesmo sabendo ser ilegal no Brasil.
 
Clique aqui para voltar à página anterior...

Desenvolvido por:
Conheça a Agência Expert! - Nosso Foco é Comunicação Interativa!

CENTRO DE CONVIVÊNCIA JOANA D’ARC
Rua das Cravinas, Nº 327 – Jd.Primavera | Guarujá/SP [ver mapa]
Tel/Fax: (0**13) 3383.2166 ou 3386.2379
E-mail: ceconjoanadarc@ceconjoanadarc.org